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Cristão , reconhece a tua dignidade. Por participares agora da natureza divina, não te degeneres, retornando à decadên­cia de tua vida passada. Lembra-te da Cabeça a que pertences e do Corpo de que és membro. Lembra-te de que foste arrancado do poder das trevas e transferido para a luz e o Reino de Deus.”

Com esta exortação começa a seção sobre a “vida em Cristo” no Catecismo da Igreja Católica. E é esta certeza que estará por detrás de cada post que escreveremos aqui. A Igreja não tem uma lista de regras cheias de “não” sobre a sexualidade. Ela tem a mensagem mais bela, mais completa, mais autêntica, mais feliz sobre o homem e a mulher. Ela tem muito a nos ensinar, mas para isso devemos reconhecer primeiro isto: a nossa dignidade. Não somos animais. Nem anjos. Somos seres humanos e por isso o nome do blog: “sexualidade humana”.

Muitos querem utilizar o dom da sexualidade como desculpa para viver de modo indigno ao ser humano e querem trocar o banquete -preparada para nós pelo Pai – pelo lixo  tão abundante na nossa sociedade. A Igreja tem a doutrina celeste que nos fará comprender não só a razão da nossa criação como “varão e mulher” mas como podemos viver de forma plena e feliz. Anunciar esta mensagem: eis a missão deste blog!

Seja muito bem vindo!

Novo blog recomendado

umasocarne

Excelente blog que tem a meta de “compilar bons textos sobre o matrimônio e também partilhar experiências envolvendo namoro, noivado e casamento, que podem ser valiosas para outros casais.”

Não deixe de visitar:

http://homememulheroscriou.blogspot.com/

Pd: O blog da Rosangela é: http://rozangelajustino.blogspot.com/

Repasso aviso importante!

Olá meus caros,
Mando-lhes um abaixo-assinado em apoio à psicóloga Rosangela Alves Justino que está sendo processada administrativamente no Conselho Federal de Psicologia por ofertar tratamento a um homossexual que buscava cura. A psicóloga pode perder sua habilitação profissional. O julgamento será em 31 de julho de 2009. Os movimentos homossexuais estão ameaçando a liberdade de consciência e de convicção assegurados constitucionalmente.


Assine:

http://www.abraceh.org.br/v2/links/abaixo-assinado.php

Curso Billings

Trecho do Papa Bento  XVI na sua Encíclica Caritas in veritate.

“A concepção dos direitos e dos deveres no desenvolvimento deve ter em conta também as problemáticas ligadas com o crescimento demográfico. Trata-se de um aspecto muito importante do verdadeiro desenvolvimento, porque diz respeito aos valores irrenunciáveis da vida e da família[110]. Considerar o aumento da população como a primeira causa do subdesenvolvimento é errado, inclusive do ponto de vista económico: basta pensar, por um lado, na considerável diminuição da mortalidade infantil e no alongamento médio da vida que se regista nos países economicamente desenvolvidos, e, por outro, nos sinais de crise que se observam nas sociedades onde se regista uma preocupante queda da natalidade. Obviamente é forçoso prestar a devida atenção a uma procriação responsável, que constitui, para além do mais, uma real contribuição para o desenvolvimento integral. A Igreja, que tem a peito o verdadeiro desenvolvimento do homem, recomenda-lhe o respeito dos valores humanos também no uso da sexualidade: o mesmo não pode ser reduzido a um mero facto hedonista e lúdico, do mesmo modo que a educação sexual não se pode limitar à instrução técnica, tendo como única preocupação defender os interessados de eventuais contágios ou do « risco » procriador. Isto equivaleria a empobrecer e negligenciar o significado profundo da sexualidade, que deve, pelo contrário, ser reconhecido e assumido responsavelmente tanto pela pessoa como pela comunidade. Com efeito, a responsabilidade impede que se considere a sexualidade como uma simples fonte de prazer ou que seja regulada com políticas de planificação forçada dos nascimentos. Em ambos os casos, estamos perante concepções e políticas materialistas, no âmbito das quais as pessoas acabam por sofrer várias formas de violência. A tudo isto há que contrapor a competência primária das famílias neste campo[111], relativamente ao Estado e às suas políticas restritivas, e também uma apropriada educação dos pais.

A abertura moralmente responsável à vida é uma riqueza social e económica. Grandes nações puderam sair da miséria, justamente graças ao grande número e às capacidades dos seus habitantes. Pelo contrário, nações outrora prósperas atravessam agora uma fase de incerteza e, em alguns casos, de declínio precisamente por causa da diminuição da natalidade, problema crucial para as sociedades de proeminente bem-estar. A diminuição dos nascimentos, situando-se por vezes abaixo do chamado « índice de substituição », põe em crise também os sistemas de assistência social, aumenta os seus custos, contrai a acumulação de poupanças e, consequentemente, os recursos financeiros necessários para os investimentos, reduz a disponibilização de trabalhadores qualificados, restringe a reserva aonde ir buscar os « cérebros » para as necessidades da nação. Além disso, as famílias de pequena e, às vezes, pequeníssima dimensão correm o risco de empobrecer as relações sociais e de não garantir formas eficazes de solidariedade. São situações que apresentam sintomas de escassa confiança no futuro e de cansaço moral. Deste modo, torna-se uma necessidade social, e mesmo económica, continuar a propor às novas gerações a beleza da família e do matrimónio, a correspondência de tais instituições às exigências mais profundas do coração e da dignidade da pessoa. Nesta perspectiva, os Estados são chamados a instaurar políticas que promovam a centralidade e a integridade da família, fundada no matrimónio entre um homem e uma mulher, célula primeira e vital da sociedade[112], preocupando-se também com os seus problemas económicos e fiscais, no respeito da sua natureza relacional.”

LifeSiteNews

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Por Jason Evert – Tradução Daniel Pinheiro

Se a perda da virgindade tem a ver com o passado, a castidade tem a ver com o presente e o futuro. Não importa o que você fez na semana passada ou ano passado, você é digna que um homem espere por você. Talvez você tenha perdido sua virgindade, ou talvez a tiraram de você. De qualquer modo, você ainda tem um dom de si mesma para dar a alguém. A partir de hoje, leve uma vida pura e comece a preparar o seu dom de si mesma. Além do mais, quem não deseja a oportunidade de recomeçar?

Nunca é demasiado tarde para recuperar sua pureza: vale o esforço, e mesmo que o processo todo seja um desafio, sempre é possível. Às vezes é fácil terminar uma relação ruim, porém é mais difícil não continuar caindo nelas. Infelizmente, muitos que já se entregaram totalmente agora se perguntam se ainda lhes resta algo a entregar. E assim, em vez de recomeçar, enterram e cobrem um erro em cima de outro, para não verem as feridas originais, para que não doam tanto, ou não pareçam tão ruins. Passam de uma relação física a outra, pensando que o prazer, a emoção e a aventura preencherão a necessidade de amor. Mas isso só faz com que o processo de curar o coração seja mais difícil.

“Depois de perder a minha virgindade”, confessa Cristal, “não me respeitei mais a mim mesma como antes, e uma relação vazia seguiu-se a outra. Desde que era uma criança pequena desejava o amor perfeito, mas depois de tudo que fiz pensei que era a última pessoa na terra que o merecia. Com o tempo, cheguei a me dar conta que encontrar um homem cheio de qualidades não era questão de sorte. Recomecei, elevei meus padrões morais, e fiz um compromisso de castidade. Agora, três anos depois – feliz e comprometida – nunca me questionei um dia sequer de haver tomado e mantido essa decisão”.

Recordo-me de haver conhecido uma garota que havia se deitado com quinze rapazes em três meses. Suas amigas a chamavam de “vadia”. Quando lhe perguntei porque havia feito isso, ela disse: “É que é divertido ir a festas e encontrar uma pessoa, e curtir”. Eu perguntei se ela realmente pensava que era divertido. Com lágrimas nos olhos, me respondeu: “Não, na verdade não é divertido, meus pais estão se divorciando, e há tanta dor e ódio em minha família… e só por um momento, quando eles me abraçam, eu sinto como se fosse amor. Eu sei que não é, mas pelo menos sinto como se alguém me amasse”. Ela não é uma “vadia”. É uma garota com um coração idêntico ao teu e ao meu, que anseia por amor, e precisa de ajuda.

Como se pode sair desse tipo de vida? Pense: que conselho você daria a seu futuro marido ou esposa se neste momento ele ou ela está dormindo com alguém que você nunca vai conhecer? Siga esses conselhos e você poderá sair desse tipo de vida.

Em seu coração, perdoe aqueles que te feriram, e perdoe a si mesma. Vivendo a castidade com você mesma e em relações futuras verá que viver com pureza vai curar teu passado. Enquanto isso, não acredita que sempre tem que estar namorando. Independência e maturidade são qualidades atrativas. Seja valente, pois vale a pena que te esperem. Cuide de sua futura família, respeite-a desde hoje, e faça-se respeitar!

Como forma de lembrar seu compromisso e sua nova forma de vida, você pode comprar uma vela branca. Se sua vocação é casar um dia, você pode deixar que seu esposo a acenda na noite de seu casamento.
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Trecho do livro “Puro Amor”, de Jason Evert. Ed. Catholic Answers, San Diego Califórnia, 2007.

A linguagem do corpo

Hora de ter filhos

Por José Roldão e Julie Maria

Um artigo da Liane Alvez entitulado “filhos a hora certa” retrata o tema com alguns pontos que merecem ser destacados. Diz ela:

«Muitos casais de classe média que se preparam para ser pais esperam alcançar uma condição ideal para receber as crianças – que parece nunca chegar. Para boa parte deles, esse cenário perfeito consiste em ter apartamento próprio, dois carros, bons rendimentos, união estável, realização profissional e sensação de já ter aproveitado suficientemente a vida de casal ainda sem filhos. De um lado, isso é bom. “Para ter filhos, é preciso já ter encontrado seu lugar no mundo”, diz Beatriz Vidigal, psicóloga especializada em terapia de casais. Em outras palavras, é saudável, sim, buscar uma base firme antes de ter filhos, embora seja provável que uma boa estrutura só seja alcançada depois dos 30 ou mesmo a caminho dos 40 anos. Mas também é prudente admitir que perfeição não existe e que não é preciso esperar por uma situação superideal para se ter uma criança»

Se nota que toda a responsabilidade de ter ou não filhos fica sobre do casal, e para cada um  deles a “condição ideal” talvez jamais chegue. No entanto, o casal católico tem a fé que, iluminando sua razão reconhece que o casal, sempre aberto à vida, analisará com os criterios oferecidos pela Igreja quando ter ou não os filhos, e reconhecerá sempre a primacia da vontade de Deus em suas vidas. Esta é uma diferença que gera uma bismo no modo de se viver para o casal católico e que o “mundo” jamais compreenderá.

Por isso, ser católico alivia muito essa decisão de ter ou não filhos “neste momento”, pois, entregando-se a Deus e acreditando na Providência, verdadeiramente, o casal sabe que se Deus enviar filhos (o que nao exclui a responsabilidade do casal), vai também enviar meios para a criação dos mesmos. É um voto de confiança e uma prova de fé nas Escrituras:

“Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso”. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo”. (Mt 6,31-33)

Vejo muitos casais justificarem a decisão de protelar a formação plena da família (com a coroa dos filhos), por esperarem chegar um momento “perfeito”, “seguro” e condições “excelentes” para o sustento e desenvolvimento das crianças. Apenas que esse momentum não existe; não em termos humanos e neste mundo, pior ainda tendo em vista as condições de certos países. Imagina uma comunidade inteira em estado de miséria quase absoluta? Estaria então fadada a desaparecer da face da terra pela negação “responsável” de uma descendência?

Por mais que o mundo proclame que você pode “ter filhos quando achar melhor”, a realidade é outra: primeiro porque a mulher tem um período fértil que não depende do seu “querer” e, e o pico da fertilidade está entre os 21 e 25 anos e não entre os 35 e 40. Quantas mulheres sofrem por querer ter filhos e não poder? Mas disso, nenhuma novela fala…E em segundo lugar é a ilusão que  se vende ao exaltar a “liberdade de escolhas” como uma solução de todos os problemas. Citando o artigo:

“O problema é que essa liberdade de escolhas está ligada a algo muito atraente, mas perigoso como dinamite: o sonho (de homens e mulheres) de que se pode ter tudo na vida ao mesmo tempo. “Atualmente a mulher quer ser mãe, profissional de sucesso, boa esposa e ótima amante. O homem quer ser pai e marido presente, profissional empenhado na carreira e ainda ter tempo suficiente para praticar hobbies, viajar e aproveitar a vida. Na prática, isso é difícil. Quase insustentável”, diz o pensador [Renato Janine Ribeiro]. O preço desse sonho inatingível é muita angústia e ansiedade”.

De fato, desde a visã católica fica fácil ver a raíz do problema: as pessoas esperam e querem  o impossível, isto é, felicidade permanente neste mundo. Como esse estado beatífico não nos chega antes do paraíso, o que vemos são famílias trocando a  infinita beleza e a dignidade de ter filhos por migalhas de felicidade esporádicas e que se desvanecem feito bolhas de sabão: são mesmo muito bonitas e atraentes, mas apenas por uns instantes antes de estourarem, justamente quando mais nos fascinavam, no auge daquela sua beleza fugidia, quando tentávamos tocá-las ou pegá-las para nós.


Traduzido de: Blog True Sexual Revolution por Daniel Pinheiro

Esse é um excelente post de Anthony Buono (de 29 de abril 2009), um dos escritores do canal Teologia do Corpo de Catholic Exchange (http://tob.catholicexchange.com). Ele revela as diferenças entre homem e mulher com relação à amizade conjugal.

Amizade com homens

As mulheres possuem uma habilidade maior para fazer amizade e para ser amiga. Pode-se dizer, falando melhor, que elas, por natureza, são inclinadas ao cuidar. As mulheres cuidam, especificamente, de pessoas. Elas são capazes, intuitivamente, de entrar na realidade interior dos seres humanos. E isso as torna mais capazes de ser e ter amigos.

Não é surpresa para ninguém que a mulher faz amizade com outras mulheres com muita facilidade. Elas mostram interesse uma nas outras. Elas gostam de trocar informações pessoais. Perseguem com sinceridade o conhecimento da outra pessoa para além da apresentação externa.

Os homens, por outro lado, são primariamente interessados no mundo exterior. Por natureza, os homens focam mais no “que” ao invés do “quem” na vida. É claro, eu não estou dizendo que os homens não possuem habilidade de “cuidar”. Estou apenas ressaltando que as mulheres têm mais facilidade do que os homens na amizade. Os homens se conhecem uns aos outros mais pelas ações do que pela conversa. Eles não se sentam e ficam trocando idéias sobre o que sentem por dentro, ou seus gostos e desgostos. Eles apenas agem, e falam dentro de situações, e o conhecimento sobre o homem se revela durante o processo. É por isso que os homens são muito mais transparentes que as mulheres. Você consegue saber o que um homem está pensando ou o que ele quer, porque ele se externaliza. As mulheres mantém as coisas no interior e dificilmente se pode perceber o que sentem a partir do exterior.

Por que é tão importante considerar isso? Porque em namoros e no casamento pode haver uma preocupação excessiva por parte das mulheres, por elas desejarem que o homem seja o “melhor amigo” em um nível tal que é provavelmente fora da realidade. Sou totalmente a favor da amizade no namoro e no casamento, mas a amizade necessária para o casamento precisa ser definida e compreendida. Não pode ser entendida como se a mulher fosse conseguir uma pessoa com quem pudesse conversar todo tempo que quisesse, e sobre qualquer coisa.

Para conhecer qualquer pessoa de verdade, inevitavelmente terá que haver conversação falada. A razão é que nunca se pode conhecer “realmente” o que uma pessoa está falando ou experimentando no nível pessoal, ou porque fez algo, se a pessoa não falar. As ações podem sim revelar verdades sobre a pessoa, mas as ações sozinha não bastam para trazer todas as informações sobre a pessoa inteira. Então, os homens têm que falar e ser capazes de manter conversas com as mulheres. Ele não pode simplesmente ser muito tímido e não falar nada.

Por definição, uma pessoa é um ser que age. Então, o que uma pessoa faz transmite muito do que ela é. Entretanto, como seres humanos, temos uma natureza humana decaída, que nos inclina ao pecado. E, de fato, pecamos todos os dias. Agora, os nossos atos pecaminosos devem definir quem somos como pessoas? Seria injusto se fosse assim, porque todos têm a liberdade, caso abandone a graça, de ser perdoado e ter uma nova chance. A maneira com que se recupera dessas quedas diz muito mais sobre a pessoa. Obviamente, alguém que continue fazendo as mesmas coisas repetidamente provavelmente não vai parar de fazê-las. Portanto, as ações devem ser julgadas periodicamente, ao invés de apenas em momentos.

Essa é a cortesia que os homens precisam desesperadamente receber das mulheres hoje em dia porque os homens são mais orientados para a ação do que as mulheres. Portanto, os homens estão mais propensos a fazer coisas estúpidas do que as mulheres. Os homens precisam de uma paciência extra das mulheres, se ele for tentar atingir o nível de amizade que as mulheres desejam.

As mulheres têm que entender, entretanto, que os homens, tipicamente, não “precisam” do tipo de amizade profunda que as mulheres desejam. É por isso que é importante para as mulheres ter amigas mulheres próximas. Há necessidades que as mulheres têm, a nível de amizade, que não se pode esperar ser preenchida por um homem. Eu compreendo que há um ideal no casamento moderno que o homem e a mulher sejam algo como “melhores amigos”, mas isso não deve nos distrair dos aspectos práticos da vocação matrimonial aos olhos de Deus. Os dois se tornam uma só carne, mas não uma só pessoa. Sempre haverá dois indivíduos únicos no casamento, o que significa que a pessoalidade de ambos sempre vai estar se desenvolvendo e se formando. A ligação de amizade no matrimônio traz amor, segurança, sacrifício, e interesse no bem do outro. Nessa amizade só se cresce juntos.

Mas é impossível a um homem preencher completamente uma mulher, assim como é impossível a um mulher preencher completamente um homem. Acima de tudo, só Deus pode preencher completamente uma pessoa. Isso é dado. Mas também, as pessoas precisam de outras pessoas para fazê-las sempre continuar sendo pessoas inteiras. Alguns casais têm grandes problemas em lidar com o que o outro faz fora da relação dos dois. Há uma possessividade que faz as pessoas acharem horrível quando o(a) namorado(a) ou cônjuge faz algo sem elas ou não falam para elas tudo que esperam ouvir. Essas pessoas que são assim se sentem traídas, pois acreditam que o verdadeiro amor significa fazer toda e qualquer coisa sempre junto, e só compartilhar as coisas com aquela única pessoa. E não gostam também se uma coisa que falaram entre si é compartilhada com qualquer outra pessoa.

A amizade no casamento não é isso. A amizade não significa possuir cada pequeno pedaço de informação sobre o outro, nem fazer todas as coisas juntos, senão o amor não seria verdadeiro ou real. Há casais que realmente parecem ser assim. Porém, muitos bons casais terminaram seus relacionamentos por não serem assim. E isso é errado. As mulheres vão ter dificuldades em encontrar um homem que deseje contar tudo e queira fazer tudo com ela. Alguns homens podem gostar de ser assim, mas não a maioria. Os homens definitivamente têm que se abrir mais para as mulheres, mas as mulheres definitivamente precisam de uma amiga para ter com quem abrir o coração, e falar sobre tudo. Tipicamente as mulheres encontram isso em uma outra mulher. É por isso que, quando cada cônjuge tem seus amigos (a mulher amigas mulheres; o homem amigos homens) nesse caso há muitos casamentos felizes. Essas amizades fora do casal dão força para a pessoa e os fazem ser melhor cônjuge um para o outro.

As mulheres não deveriam cobrar demais dos homens para serem os amigos que precisam para conversar. Mas os homens precisam, sim falar mais com as mulheres. As mulheres precisam de conversa. Elas precisam saber o que está se passando por dentro. Muitas vezes o homem sequer sabe muito bem o que se passa em seu interior para compartilhar com alguém. As mulheres precisam ter paciência com isso.

Não desista de um homem que define sua pessoa pelas próprias ações. Só porque ele não fala tanto quanto você deseja não quer dizer que ele não vai ser um bom esposo e bom pai. Assegure-se de ter amigos(as) que fazem de você uma pessoa melhor, e então pegue essa melhoria e traga para o namoro ou a amizade conjugal.
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Ideologia do Gênero

Para saber o que este ideologia proclama é como ela está infectando nossas escolhas, isto é, fazendo a lavagem cerebral da próxima geração de alunos, clique aqui no site do José Roldão.

“Se o gênero é uma construção cultural que não é o resultado casual do sexo, o objetivo da ideologia do gênero será a eliminação da bipolaridade sexual: «a meta não é somente acabar com o privilégio masculino, mas também com a distinção sexual: as diferenças genitais não têm importância cultural»[vii]. Esta ideologia tenta destruir a distinção natural entre homem e mulher e afirmar que não existe uma ‘forma natural[viii]‘ masculina ou feminina. Destruindo esta forma natural de sexualidade se tenta chegar a plena liberação sexual na qual todos os gêneros são iguais, ou seja, são modos de comportamento sexual. Cada um pode escolher o próprio tipo de gênero ao que se deseja pertencer, e o Estado deve dar o reconhecimento jurídico da igualdade entre todos os gêneros: heterossexuais, homossexuais, bissexuais. «A partir do momento em que as diferenças entre o homem e a mulher são abolidas, o masculino e o feminino, que são próprios do ser humano, já não têm nada que ver com a pessoa»[ix].”

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